Heitor Villa-Lobos na música; Mário de Andrade e Oswald de Andrade, na literatura; Victor Brecheret, na escultura;Anita Malfatti e Di Cavalcanti, na pintura.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Definição e histórico do Modernismo no Brasil- Isabella n 12
Heitor Villa-Lobos na música; Mário de Andrade e Oswald de Andrade, na literatura; Victor Brecheret, na escultura;Anita Malfatti e Di Cavalcanti, na pintura.
domingo, 22 de maio de 2011
Anita Malfatti - Juliana 15, 7C
Anita nasceu com atrofia no braço e na mão direita. Destra por nascimento, tornou-se canhota pela necessidade, após intenso treinamento, que a ajudou a superar as dificuldades dessa condição. Com boa estrutura, Anita não teve grandes dificuldades em passar pelo exame de seleção do Mackenzie College, onde fez a Escola Normal e se formou professora, aos 19 anos. Porém aconteceu uma tragédia, nem bem tinha se formado e seu pai morreu, que era o suporte da família. A partir daí, sua mãe passou a dar aulas de idiomas e de pintura e Anita começou a trabalhar como professora para ajudar no orçamento doméstico.
O talento para a pintura de Anita, sensibilizou o tio e o padrinho. Juntos e, embora com sacrifício, conseguiram reunir uma soma em dinheiro, patrocinando a ela uma viagem de estudos à Alemanha. Pela aproximação da guerra, Anita Malfatti resolve deixar Berlim.
Logo depois viajou para os Estados Unidos. Matriculou-se na Art Students League, e, sob a orientação de Homer Boss, teve a liberdade de pintar o que desejasse, com toda a força própria de criação, sem quaisquer limitações estéticas.Foi esse período que marcou a fase mais brilhante de sua criação, no qual Anita pintou O homem amarelo, Mulher de Cabelos Verdes, O Japonês, e vários outros quadros.
Ao voltar para o Brasil, Anita mostrou para os seus parentes e amigos suas pinturas, eles por outro lado não gostaram, principalmente seu tio, que tanto a ajudou. Ao receber tantas críticas Anita resolveu guardar suas obras, mas depois percebeu que seus quadros representavam sua alma, seus pensamentos e, então, decidiu montar sua segunda exposição individual em 1917. Seu trabalho foi aceito no geral, porém teve conflitos com Monteiro Lobato que resultou em críticas como essa: "Há duas espécies de artistas. Uma composta dos que veem normalmente as coisas e em consequência disso fazem arte pura… Se Anita retrata uma senhora com cabelos geometricamente verdes e amarelos, ela se deixou influenciar pela extravagância de Picasso e companhia - a tal chamada arte moderna..". Monteiro Lobato
Anita, que caiu em forte depressão, vivendo um período de desorientação total e de descrença, um sentimento que carregou pelo resto da vida. Sua primeira reação foi o abandono total à arte. Depois, passado um ano, foi tomar aulas de natureza-morta com o mestre Pedro Alexandrino Borges, ocasião em que conheceu Tarsila do Amaral, início de uma longa e proveitosa amizade.
Já com idade madura, Anita mudou-se, com sua irmã Georgina, para uma chácara em Diadema (SP), onde morreu em 6 de novembro de 1964, "...mas deixou vivo suas ideais, que quando realmente importantes, conseguem forças para mudar o rumo da historia." Paulo Victorino
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| Fotografia de Anita Malfatti, c. 1930 |
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| A estudante (1915-1916), de Anita Malfatti. Acervo do Museu de Arte de São Paulo. |
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Anita Malfatti. A Boba, 1915 |
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| Anita Malfatti. O Homem Amarelo 1915 - 1916 |
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| Anita Malfatti.A Mulher de Cabelos Verdes (1915-1916) |
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| Anita Malfatti.O Japonês (1915-1916) |
O modernismo no Brasil - Menotti Del Picchia | Por: Maria Beatriz Cantu Tavares
O marco inicial do Modernismo brasileiro é considerado A
| Menotti del Picchia, acima. |
Nome completo: Paulo Menotti del Picchia.
Nasceu em: São Paulo, no dia 20 de março de 1892.
Morreu em: São Paulo, no dia 23 de agosto de 1988.
Seu corpo foi velado na: Academia Paulista de Letras, da qual também era membro.
E foi sepultado no: Cemitério São Paulo.
Em sua homenagem: foram fundados na cidade de Itapira o Parque Juca Mulato e a Casa Menotti Del Picchia (24 de março de 1983) onde podem ser vistos objetos e livros que pertenciam ao autor.
O que ele já foi: um poeta, jornalista, tabelião, advogado, político, romancista, cronista, pintor e ensaísta brasileiro.
Quando tinha cinco anos, Menotti se mudou para a cidade de Itapira, no interior de São Paulo, onde foi aluno de Jacomo Stávale. Formado em Direito pela Faculdade do Largo de São Francisco, formado em 1913. Nesse ano publicou Poemas do Vício e da Virtude, seu primeiro livro de poesias. Na cidade de Itapira foi agricultor e advogado militante; lá criou o jornal político O Grito e escreveu os poemas Moisés e Juca Mulato. Colaborou em vários jornais, entre os quais Correio Paulistano, Jornal do Comércio e Diário da Noite. Em 1924 criou, com Cassiano Ricardo e Plínio Salgado, o Movimento Verdamarelo, de tendência nacionalista. Publicou vários romances, entre eles Flama e Argila, O Homem e a Morte, Republica 3000 e Salomé, além de livros de ensaios e de crônicas.
Ele foi membro do Partido Republicano Paulista durante a República Velha, participou de uma Revolução em 1932 . Escreveu um livro sobre essa revolução, chamado A Revolução paulista.
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| Menotti del Picchia, Paisagem. |
Ernani Braga - Laura Reis n° 17 7C
FOTO DE ERNANI BRAGAsábado, 21 de maio de 2011
John Graz - Caroline Nomura 09 7C
JOHN GRAZ Abstrato, 1970
óleo sobre compensado
80 x 80 cm
segunda-feira, 14 de março de 2011
Definição da Festa Junina- Isabella n 12
No nordeste, a Festa Junina é muito típica. Em Campina Grande, na Paraíba, a festa atrai muitas pessoas.

Fontes de pesquisa:
http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/festa-junina.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Festa_junina
sábado, 12 de março de 2011
Músicas das Festas Juninas - Caroline 09 7C
Nas festas juninas, um dos intens mais importantes é a trilha sonora. Dentre a grande diversidade musical e rítmica do Brasil, o forró se tornou-se tradição nessas festas.
O termo forró é de origem africana, e inicialmente era apenas uma festa na qual se dançava arrastando os pés. Mas,depois que se tornou uma paixão pelas pessoas, a palavra forró fundiu-se ao significado de um gênero musical perfeito para as danças festivas dessa época do ano. Esse ritmo é mais popular no Nordeste. Os mestres do forró Luiz Gonzaga e Dominguinhos, não podem faltar nas festas afinal, é difícil ficar parado ao som de clássicos como: "Asa Branca", "Eu só quero um xodó" e "Xote das meninas".
Para os casais são recomendados: "ABC do sertão" e "Forró no escuro", as duas de Luiz Gonzaga.
Nos anos 90, o forró se popularizou nas festas universitárias, conhecido como o “Forró Universitário”, que é confundido com o xote pelo compasso contínuo, um pouco mais lento.
pessoas tocando o forró com seus instrumentos.
sanfona
Fonte:
http://bbel.uol.com.br/festas-e-casamento/post/musicas-para-festas-juninas.aspx











